Quando robôs de companhia fazem sexo | Alvaro Machado Dias no Estúdio CBN
A evolução da tecnologia de prazer e companhia tem uma história longa e complexa. Surgindo no século 20 com um homem vendendo bexigas infláveis, passando pelas bonecas de látex dos anos 80 e chegando à incorporação de eletrônicos na virada do milênio, estamos agora observando a introdução de algoritmos generativos e um mínimo de inteligência artificial.
A evolução da tecnologia de prazer e companhia tem uma história longa e complexa. Surgindo no século 20 com um homem vendendo bexigas infláveis, passando pelas bonecas de látex dos anos 80 e chegando à incorporação de eletrônicos na virada do milênio, estamos agora observando a introdução de algoritmos generativos e um mínimo de inteligência artificial. Esses robôs de companhia, que estão em fase de testes e implementação, têm o potencial de preencher nichos específicos na sociedade. Podem oferecer algum tipo de satisfação e companhia para pessoas com condições psicológicas extremas, idosos sem parceiros e outros que buscam mais em suas vidas. No entanto, a questão é mais complexa do que parece. Embora esses robôs possam ocupar um espaço em nossas vidas, eles não estão destinados a redefinir completamente as relações humanas. A cautela é necessária, pois estamos lidando com algo que pode complementar, mas também complicar, nossas interações sociais e emocionais. O futuro está se desdobrando diante de nós, e as escolhas que fizermos agora terão implicações sutis, mas significativas, para as gerações futuras. Confira o conteúdo completo: https://open.spotify.com/episode/4sd7…