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Não precisa inventar: retomada passa pelas tecnologias que já existem
Se existe um consenso intelectual derivado da pandemia e das respostas necessárias para reduzir seus danos é o de que as coisas não voltarão a ser como antes.
Mesmo que desejemos que retornem, os hábitos serão outros, pelo simples fato de que as soluções encontradas para enfrentar a crise não desaparecerão de nossa memória.
Esta é uma visão otimista, é claro, que pressupõe que a necessidade de superação nos ajudará a evoluir. No outro extremo está a ideia de que vacinas e terapias eficazes tardarão a chegar às mãos do povo brasileiro e, neste ínterim, os desafios afetivos e socioeconômicos acabarão por sugar muitos de nós para o fundo do poço.